A glicemia é a concentração de glicose no sangue ou mais precisamente no plasma.
Nosso corpo transforma alguns dos carboidratos que comemos em glicose e a glicemia é o nÃvel de glicose presente em nosso sangue. Ou seja, quando comemos muito, nossa glicemia aumenta, ao passo que quando comemos pouco, a mantemos baixa.
Mede-se a glicemia através da confirmação dos sinais e sintomas clássicos da glicemia em jejum (exame de sangue onde são verificadas as taxas de glicose no sangue) e do teste padronizado de tolerância à glicose (TTG).
Estes critérios diagnosticados estão baseados nas recomendações da comunidade médico-cientÃfica atual:
Â
Além da insulina, diabéticos podem controlar a glicemia através de dietas especÃficas e pratica de exercÃcios fÃsicos, pois, a prática regular de exercÃcio fÃsico aumenta a ação da insulina, fazendo com que a glicose saia da corrente sanguÃnea, diminuindo, conseqüentemente, a glicemia. Actualmente tornou-se comum a "contagem de carboidratos" dos alimentos através do "indice glicêmico", um indicador de qualidade do carboidrato quanto à sua habilidade em aumentar e/ou influenciar a glicemia.
A Tensão Arterial (T.A.) é a medida da pressão que o sangue exerce contra a parede das artérias. É expressa habitualmente em milÃmetros ou centÃmetros de mercúrio (120 / 70 ou 12 / 7, por exemplo).
Ao medir-se a Tensão Arterial, com a ajuda de um aparelho – o esfigmomanómetro – são anotados 2 valores:
Â
Se a tensão é alta significa que o coração tem de fazer um maior esforço para conseguir bombear o sangue para todo o corpo. Para além disso, as paredes dos vasos sanguÃneos envelhecem mais precocemente, o que pode pôr em risco a irrigação e o funcionamento de órgãos como o cérebro, os rins e o próprio coração.
Quanto mais alta a Tensão Arterial, maior o risco de Doença Cardiovascular.



